Criminosos enganaram empregada para que pudessem levar objetos da casa
Record Minas
A proprietária do apartamento que foi invadido está espantada com a ousadia dos criminosos.
— Estou muito indignada com a ousadia. Eles sabiam meu nome, informaram a operadora e que eu havia autorizado, porque eles tinham que acabar um trabalho aqui em casa.
A mulher não estava em casa. A empregada, que atendeu o interfone, autorizou a entrada do suspeito por acreditar no disfarce do homem. A dona reclama que desde que contratou o serviço, teve muitos problemas com a operadora que oferece televisão, telefone e internet.
— Eles já vieram, mais ou menos, quatro vezes e sempre o problema não era resolvido. Eles interfonaram, a minha empregada, achando que eu havia pedido, inocentemente abriu a porta.
Ao chegarem no apartamento, os criminosos fizeram com que a mulher fosse até a área de serviço para desligar e ligar as luzes, para que testassem o suposto equipamento. Com a distração, eles conseguiram furtar alguns bens da casa.
Sem que a funcionária percebesse, um videogame, um codificador de sinal, cabos de energia e um relógio foram levados.
— Foi um prejuízo de cerca de R$1400.
A dona da casa disse que registrou um boletim de ocorrências e acionou a prestadora de serviços para a casa, porém, a empresa disse que não poderia fazer nada, por não ter o protocolo assinado.
Para o especialista em segurança, o golpe é muito utilizado por criminosos que querem assaltar prédios. Para ele, toda segurança é pouca e alerta os moradores que não abram a o porta, caso não saiba se a pessoal realmente é funcionário da prestadora de serviços.
— Se chegar alguém tocando a campainha, falando que é manutenção, ou algo assim, tem os dias certos para isso. Quando é uma empresa de serviços, normalmente eles comunicam que vai um profissional. Se a casa não tiver câmera para identificar quem está la fora, pegue o nome da pessoa e ligue para a empresa, para saber se aquela pessoa realmente trabalha lá.
As imagens das câmeras de seguraças já estão em poder da polícia. A prestadora de serviços disse que lamenta o ocorrido e que está a disposição para ajudar no que for necessário na investigação do caso.
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