
O corpo foi encontrado dentro do carro do soldado, abandonado na noite desta segunda-feira. Ryan Procópio, de 23 anos, trabalhava na UPP da Vila Kennedy. De acordo com a polícia, ele foi torturado e morto com cinco tiros nas costas. O local onde o carro estava foi isolado para facilitar o trabalho da perícia. Os agentes também procuraram por impressões digitais.
“Todo mundo sempre gostou do Ryan, pessoa alegre, uma pessoa íntegra, sempre alegre. Todas as fotos dele é sempre rindo. Era um policial que não andava armado, não andava com identidade. O pai dele era policial, o irmão dele também policial, ele tinha orgulho. Não é o primeiro policial militar que morre brutalmente assassinado em um dia de folga. O que eu queria é que a sociedade se conscientizasse e visse que o policial também tem família, também tem amigos. O policial trabalha com a finalidade de dar segurança para a população e não é reconhecido”, afirmou uma pessoa que preferiu não se identificar.
O PM assassinado era irmão de um tenente do Batalhão de Operações Especiais. O pai dele também era policial militar, sargento do Bope. Colegas do soldado assassinado e testemunhas do crime prestaram depoimento durante a madrugada na Divisão de Homicídios, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste.
Às 10h50, o corpo do policial ainda estava no Instituto Médico Legal (IML) do Centro passando pela necropsia. O velório acontecerá às 14h, na capela C do cemitério Jardim da Saudade - Sulacap. Já o enterro está marcado para as 16h.
FONTE G1
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