Lojas fechadas na região do Parque Edu Chaves (Foto: Tatiana Santiago/G1)
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O comércio fechou mais cedo em bairros da Zona Norte da cidade de São
Paulo na tarde desta terça-feira (25) após boatos de toque de recolher
circularem entre lojistas e também por grupos de Whatsapp. As supostas
ordens teriam relação com a morte, no domingo, de um suspeito de
integrar a facção que age a partir dos presídios paulistas.A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) diz que não tem detalhes, mas que apura os boatos de que criminosos decretaram toque de recolher. Pelo Twitter, a PM diz que o policiamento está reforçado na região "a pedido de usuários, garantindo sensação segurança e silenciando boatos".

A cerca de 10 km de distância do ponto onde o comércio encerrou as atividades mais cedo, um ônibus foi incendiado na Avenida Zaki Narchi, 125, no Carandiru.
A Polícia diz que ninguém ficou ferido e apura os motivos do ataque.
Comércio fechado
Por volta das 17h30, a Avenida Roland Garros, principal via que liga os bairros Jardim Brasil e Parque Edu Chaves estava vazia. Além das lojas fechadas, instituições públicas, como o cartório eleitoral baixou as portas antes do previsto.
Segundo comerciantes ouvidos pelo G1, o toque de recolher foi recomendação da PM como alerta para futuros ataques em retaliação á morte de um criminoso na região da Vila Medeiros, no último domingo.
No fim da tarde, que estava na rua na região andava apressado e com medo de um possível ataque criminoso. “Não posso falar, tenho que ir pra casa correndo, tá tendo toque de recolher”, disse um pai que corria com seu filho vindo da escola para casa. Crianças foram dispensadas das escolas antes do término do horário das aulas.
Também era possível ver policiais militares com armas nas mãos abordando suspeitos na rua. Diversos helicópteros de emissoras de TV e da polícia sobrevoam a região
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