A acusada teria aproveitado o período noturno para injetar o veneno por sardolin na mangueira de soro ligada ao corpo do marido. A embalagem do veneno foi encontrada por um enfermeiro do hospital dentro do banheiro. Na denúncia, o MPMG afirmou que o homem “estava sedado, num leito de UTI, sem a mínima possibilidade de defesa, com emprego de veneno, de forma traiçoeira e por meio de emboscada, o que tornou impossível a defesa da vítima”. O crime foi descoberto após um laudo de necrópsia atestar o envenenamento.
Maria Aparecida vai recorrer da sentença em liberdade, “visto ter aguardado o julgamento em liberdade e porque nada há nos autos que demonstre a necessidade da decretação de sua custódia cautelar, explicou juíza que ficou responsável pelo caso.
FONTE JORNAL SUPER ONLINE
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