Jerônimo
era dono da empresa contratada para fazer a segurança do também
empresário Flávio de Souza Guimarães. As investigações apontam que ele
teria ido a Juiz de Fora trocar dólares por reais. Para isso, teria
contratado a empresa de Jerônimo, que chamou policiais civis para fazer a
escolta. Um dos policiais é irmão de Jernônimo. Na outra ponta da
negociação estaria Antonio Vilela, que levaria os reais e também teria
contratado policiais para apoiá-lo. A troca de tiros supostamente
aconteceu após a descoberta de que haveria reais falsos nas malas, no
estacionamento de um hospital.
Ontem, advogados de Jerônimo
da Silva Leal Júnior chegaram a entrar com um pedido de habeas corpus,
que era analisado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Ele estava
com a prisão preventiva decretada. Os advogados também queriam que ele
fosse transferido para um hospital de São Paulo.
O
empresário Flávio Guimarães prestou depoimento na segunda-feira na
Corregedoria de Polícia Civil de São Paulo. Ele informou que é
presidente de uma empresa voltada para o mercado de engenharia e
construção há dois anos e que, no cargo, teve acesso a informações de um
empresário de Juiz de Fora que realizava empréstimos para pessoas
jurídicas. Disse que se interessou pelo negócio e repassou as
informações aos superiores da empresa, que o autorizaram a seguir com a
transação.
Diante disso, segundo afirmou em depoimento, entrou em contato com Antônio Vilela, o empresário de Juiz de Fora que seria dono de malas com R$ 15 milhões em notas falsas apreendidas no local do tiroteio. Ainda de acordo com o depoimento, quem o atendeu foi outro homem, que afirmou ser funcionário de Vilela. Depois de negociações, foi marcado um encontro na cidade minera para seguir com as conversas, que envolveriam um empréstimo entre R$ 6 milhões e R$ 8 milhões.
O empresário disse ainda que era a primeira vez que realizava uma negociação daquela modalidade, por isso tinha preocupação com a segurança. Justificou a escolta ainda afirmando que havia notícias no mercado de que a região de Juiz de Fora é conhecida pela prática de golpes, inclusive contra executivos. Ainda segundo o empresário, diante dos temores ele entrou em contato com a empresa de Jerônimo, que já estaria acostumada a fazer segurança particular aos executivos quando viajavam. Segundo Flávio Guimarães, foram pagos R$ 30 mil pelo serviço. Eles disse que manteve contato apenas com Jerônimo e que não sabia que policiais civis faziam parte da escolta. Nove policiais civis paulistas participaram da “escolta vip”.
Diante disso, segundo afirmou em depoimento, entrou em contato com Antônio Vilela, o empresário de Juiz de Fora que seria dono de malas com R$ 15 milhões em notas falsas apreendidas no local do tiroteio. Ainda de acordo com o depoimento, quem o atendeu foi outro homem, que afirmou ser funcionário de Vilela. Depois de negociações, foi marcado um encontro na cidade minera para seguir com as conversas, que envolveriam um empréstimo entre R$ 6 milhões e R$ 8 milhões.
O empresário disse ainda que era a primeira vez que realizava uma negociação daquela modalidade, por isso tinha preocupação com a segurança. Justificou a escolta ainda afirmando que havia notícias no mercado de que a região de Juiz de Fora é conhecida pela prática de golpes, inclusive contra executivos. Ainda segundo o empresário, diante dos temores ele entrou em contato com a empresa de Jerônimo, que já estaria acostumada a fazer segurança particular aos executivos quando viajavam. Segundo Flávio Guimarães, foram pagos R$ 30 mil pelo serviço. Eles disse que manteve contato apenas com Jerônimo e que não sabia que policiais civis faziam parte da escolta. Nove policiais civis paulistas participaram da “escolta vip”.
FONTE- ESTADO DE MINAS
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