Câmeras de segurança flagraram o atropelamento de uma mulher, gravida de
08 meses, que estava acompanhada de sua filha de 03 anos que também foi
atingida.
Tudo aconteceu na noite de segunda-feira (2 de agosto), quando o
motorista de uma Parati, um senhor de 64 anos teria tido um ataque
epilético, enquanto conduzia o veiculo, que atingiu a mulher e a criança
de 03 anos, que chegou a ser arrastada por cerca de 80 metros.
Era aproximadamente 18h15, na avenida Alfredo
Coutinho, conforme as informações da Polícia Militar (PM). Testemunhas
relataram que um Volkswagen Parati atingiu mãe e filha quando elas
atravessavam a via na faixa de pedestres. Nas imagens da câmeras de
segurança, é possível ver que, mesmo ferida, a mãe da criança tenta
correr atrás do veículo, desesperada por causa da criança sendo
arrastada, e chega a cair no chão outras duas vezes.
As vitimas foram tendidas pelo Corpo de Bombeiros da cidade, a grávida e sua
filha foram encaminhadas para a Santa Casa de Montes Claros, onde
permanecem internadas. A garotinha, que estava consciente e confusa,
sofreu vários ferimentos e um trauma crânio encefálico grave, chegando a
apresentar perda de visão nos dois olhos e hemorragia abundante.
Após o novo acidente, o senhor de 64 anos que conduzia o veículo quase foi agredido por populares, tendo sido salvo por militares. Aos policiais, ele relatou não se lembrar de nada que tinha ocorrido, não sabendo dizer mesmo onde estava. Ainda de acordo com a PM, o suspeito não apresentava sinais de embriaguez.
A filha do homem chegou a comparecer no local, relatando que o pai tem síndrome epilética, o que poderia ser a causa do acidente. Apesar disso, ele foi preso e encaminhado à delegacia de plantão da cidade. O carro foi apreendido.
A assessoria de imprensa da Polícia Civil (PC) informou que ouviu o suspeito, que de fato sofreria de epilepsia e, por isso, foi ouvido e liberado. Como o caso foi tratado como lesão corporal culposa - quando alguém se lesiona por ação ou omissão do agressor, que age com negligência, imprudência ou imperícia -, as vítimas terão um prazo de seis meses para poderem representar contra o suspeito, se tiverem interesse.
Por fim, a PC afirmou que o motorista está prestando toda a assistência às vítimas.
Já a mãe sentia dores abdominais e afirmava não estar sentindo o bebê,
além de ter sofrido várias ferimentos leves pelo corpo. Segundo a
unidade de saúde, a criança passou por uma cirurgia e seu estado é
estável. A mulher e o bebê também estão bem e não correm risco.
Ainda de acordo com a PM, as testemunhas informaram que o condutor do
veículo saiu do local sem prestar socorro, sendo que logo em seguida ele
colidiu contra outros três veículos. Dentro de um dos carros atingidos
estava outra mulher grávida, de 22 anos, no quarto mês da gestação, que
ficou ferida na perna e também precisou ser socorrida pelos bombeiros.
Ela, que também foi levada para a Santa Casa, já recebeu alta.
Após o novo acidente, o senhor de 64 anos que conduzia o veículo quase foi agredido por populares, tendo sido salvo por militares. Aos policiais, ele relatou não se lembrar de nada que tinha ocorrido, não sabendo dizer mesmo onde estava. Ainda de acordo com a PM, o suspeito não apresentava sinais de embriaguez.
A filha do homem chegou a comparecer no local, relatando que o pai tem síndrome epilética, o que poderia ser a causa do acidente. Apesar disso, ele foi preso e encaminhado à delegacia de plantão da cidade. O carro foi apreendido.
A assessoria de imprensa da Polícia Civil (PC) informou que ouviu o suspeito, que de fato sofreria de epilepsia e, por isso, foi ouvido e liberado. Como o caso foi tratado como lesão corporal culposa - quando alguém se lesiona por ação ou omissão do agressor, que age com negligência, imprudência ou imperícia -, as vítimas terão um prazo de seis meses para poderem representar contra o suspeito, se tiverem interesse.
Por fim, a PC afirmou que o motorista está prestando toda a assistência às vítimas.

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