Policiais Militares do Batalhão ROTAM, realizavam patrulhamento
qualificado, visando combater uma serie de assaltos que tem tirado o
sossego de transeuntes e comerciantes na região dos Bairros Horto
Florestal, Santa Inês e Caetano Furquim.
Estando na Rua Coronel Abilio Pereira, no Bairro Casa Branca, a equipe
comandada pelo Sargento Flávio abordou Fábio H. M., 26 anos. Com Fábio
nenhum ílicito foi encontrado, contudo, estava próximo a ele
estacionado, um veiculo Honda FIT.
Fábio negou conhecer o automóvel, o qual foi realizado uma inspeção
visual pelo Soldado Toledo, que encontrou escondido sobre a roda
dianteira, suas chaves.
Dentro do veiculo foi localizado a carteira de Habilitação de Fábio, bem como documentos do veiculo em nome de uma mulher.
Neste momento Fábio acabou confessando ser o dono do automóvel, o qual após checado estava com a documentação toda em dia.
Todavia, devido as circunstâncias dos fatos, foi realizada uma inspeção
minuciosa em torno do veiculo, descobrindo-se assim, sinais de clonagem a
nível profissional, pois dados de remarcação de chassi eram idênticos
ao do veiculo original.
Foi realizado contato com a proprietária do veiculo, uma bancaria de 46
anos que ficou assustada com a qualidade da clonagem, quando colocou seu
veiculo frente a frente com o adulterado.
O Sargento Flávio, realizou uma pesquisa em torno do automóvel, onde
encontrou o indícios nos registros policiais, de que o veiculo clonado
participou de um Homicidio contra um agente penitenciário ocorrido no
mês passado no Bairro Mariano de Abreu.
Fábio, preocupado com a situação e se vendo na condição de preso,
ofereceu a equipe policial, uma arma de fogo, a qual segundo ele, foi
utilizada para matar o agente público.
Os militares não aceitaram a proposta e se dirigiram até a casa de Fábio em busca do armamento.
No imóvel de Fábio, nada de ilícito foi encontrado, contudo, quando os
militares já deixavam a residência, encontraram Patrick S. C., 20 anos.
Patrick foi abordado não sendo nada de ilícito encontrado. Após a
abordagem e liberação de Patrick, Fábio novamente falou do revolver,
alegando que se os militares liberassem o veiculo, Patrick entregaria o
armamento.
Os militares simularam aceitar e Patrick foi embora, retornando poucos minutos depois com o armamento que foi apreendido.
Durante o registro da ocorrência, descobriu-se, que Patrick deveria estar com tornozeleira eletrônica, o que não acontecia.
Questionado sobre esta situação, acabou confessando der retirado o equipamento a aproximadamente uma semana.


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