Uma tabeliã de 62 anos foi presa em Conselheiro Lafaiete, na região central de Minas, suspeita de obter vantagem ilícita e assediar testemunhas para que alterassem seus depoimentos durante as investigações. A mulher foi detida pela Polícia Civil na terça-feira (12).
As investigações começaram em agosto do ano passado, quando a corporação descobriu que a suspeita cobrava valores muito superiores aos que deveriam ser cobrados para a lavratura de escrituras. A escrivã cobrava R$ 2.500 por um documento que deveria custar R$ 236.
Estão em andamento três inquéritos policiais para apurar essas cobranças indevidas. Ela teria recebido dos clientes R$ 12 mil por serviços cujo preço tabelado não passava de R$ 1.000.
Segundo o delegado responsável pelo caso, Daniel de Oliveira, no momento que percebeu que estava sendo investigada a escrivã passou a assediar as testemunhas oferecendo, inclusive, dinheiro como reembolso das quantias por ela recebidas, pedindo em troca que mentissem na delegacia e na Justiça.
Segundo o delegado responsável pelo caso, Daniel de Oliveira, no momento que percebeu que estava sendo investigada a escrivã passou a assediar as testemunhas oferecendo, inclusive, dinheiro como reembolso das quantias por ela recebidas, pedindo em troca que mentissem na delegacia e na Justiça.
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