Suspeitos foram apresentados nesta segunda-feira (4)
Polícia Civil / Divulgação
Foram presos Douglas Gualberto de Oliveira, o "Codorna", de 29 anos, Sandro Jochman Ferreira Branco, Caio Rangel Diniz Carvalho, o "Caio Capeta", de 23, Tales Eduardo Sales dos Santos, de 19, Gean Cristian dos Santos Coimbra, de 20, e Pedro Henrique Bitaraes Reis, de 20 anos. Além deles, foram detidos os adolescentes T.C.S.G. e R.P.S.
Douglas Gualberto, Sandro Jochman e o menor T.C.S.G. são os suspeitos de invadir, no dia 26 de junho de 2015, uma sala comercial na rua São Paulo, no centro de BH. As vítimas foram amarradas pelos pés e pelas mãos enquanto os criminosos roubavam R$ 400 mil e aparelhos celulares. O delegado explica que a ação foi coordenada por Douglas.
— O Codorna foi quem planejou o crime e recrutou os dois comparsas. Em continuidade ao trabalho, conseguimos identificar o Sandro, que confessou ter participado do crime.
Invasão no Carlos Prates
Caio foi identificado por ter invadido uma casa no Carlos Prates, região noroeste de BH, no dia 13 de janeiro de 2016. Ele e o menor R.P.S. mantiveram um casal refém enquanto escolhiam o que roubar. Foram levados um Kia/Cerato, uma televisão, dois telefones celulares, uma par de alianças e uma corrente de em ouro, entre outros objetos. Caio teria comparasas de roubos a casas na Vila dos Marmiteiros, segundo a polícia.
Bombeiro torturado
O terceiro roubo identificado pela polícia aconteceu no bairro São Gabriel, na região nordeste, em 19 de dezembro de 2015. A vítima foi rendida na porta da casa de um bombeiro e a família acabou mantida por cárcere privado por quase três horas. Quando os criminosos encontraram a bota da farda, perceberam que se tratava de um militar e o torturaram física e psicologicamente. As agressões só pararam quando o bombeiro comprovou que não era policial.
Neste roubo, a quadrilha levou um Mitsubishi/Pajero, um Gol, uma Yamaha XT600, uma pistola calibre 380, duas televisões, uma bicicleta, dois notebooks, perfumes, dinheiro, jóias e aparelhos de telefone celular.
Agora, a polícia tenta identificar outros comparsas e novas vítimas.
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