A Polícia Civil de Minas Gerais, após dois meses de investigação, prendeu em Itaúna, Eduardo Menezes Pedrosa (conhecido como “Dudu Pedrosa”) por tráfico de drogas, associação ao tráfico, posse ilegal de munição de calibre restrito e tráfico de armas.
Segundo as investigações, o suspeito era responsável por traficar entorpecentes com a maior pureza da região e tinha como clientes indivíduos da classe alta da cidade. Dudu também é apontado como suspeito de vender diversas armas para criminosos, inclusive, algumas de calibre restrito.
A operação, coordenada pelos delegados Weslley Castro e Diego Almeida, decorreu de investigações iniciadas no início de setembro do ano passado, oportunidade em que foi possível verificar que o investigado era responsável pela venda de grande quantidade de drogas de pureza elevada, dentre as quais: maconha, haxixe, cocaína, LSD e êxtase, além de estar envolvido no cultivo de drogas.
Em razão da qualidade dos entorpecentes e do meio social que convivia, o investigado tinha como público-alvo a alta sociedade da cidade de Itaúna e realizava transações apenas com pessoas que conhecia ou ainda que eram indicados por outras da confiança dele, tendo o objetivo de se manter impune.
Conforme pondera o delegado Weslley Castro, apontaram ainda as investigações que “Dudu Pedrosa” corriqueiramente comprava e vendia armas de fogo e munições, tanto a pessoas que não ofereciam perigo social, quanto a criminosos de Itaúna e região.
No decorrer da operação, foram encontradas com o investigado duas munições de calibre .44 (sendo uma importada dos EUA), assim como balança de precisão, uma estufa montada para plantações (no terraço do prédio) e o celular da vítima.
Com o objetivo de dificultar as investigações, o suspeito utilizava-se de aplicativos de smartphone para negociar compra e venda de armas e drogas, entretanto, a ação da Polícia Civil conseguiu recuperar várias conversas, imagens e vídeos que comprovam seu envolvimento.
Por Alexandre AlvesJC NOTÍCIAS




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