domingo, 27 de setembro de 2015

Suspeito de matar militar que fazia escolta de ex-governador é solto

Do R7, com Record Minas
Betinho confessou ser o autor dos tiros que mataram o militarRecord Minas
Depois de passar 21 dias preso, Roberto Carlos Nunes de Souza, o Betinho, um dos suspeitos de matar o policial militar que fazia escolta do ex-governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho, foi solto.
A Justiça negou o pedido da Polícia Civil de transformar a prisão temporária de Betinho em permanente. Ele já tinha sido detido por roubo e formação de quadrilha e confessou ter matado o sargento Fábio Tadeu da Cunha, durante um assalto, em julho.
O outro suspeito do, Márcio David Silva, conhecido como Tuzinho, crime continua preso. De acordo com as investigações, no dia do crime a vítima não estava fardada e manobrava o carro do político, na garagem do Partido Progressista, quando foi abordada pela dupla. O militar tentou se defender e os suspeitos o feriram com um tiro na barriga, utilizando sua própria arma, uma pistola calibre .40. Ele foi socorrido para o Hospital João 23, mas não resistiu e morreu no dia 15 de agosto.
O delegado Júlio Zica, responsável pelas investigações, contou como os suspeitos agiram.
— Depois do conflito com o policial militar, Márcio David e Roberto ainda roubaram um veículo nas imediações e fugiram. A intenção da dupla era roubar o carro em que a vítima estava e, posteriormente, realizar outro assalto, no bairro Buritis.
O crime foi flagrado por câmeras de segurança instaladas nas imediações  da sede do partido, o que levou a Polícia Civil a identificar, no dia 11 de agosto, Márcio David. De acordo com o delegado, ele havia sido preso em virtude de outro roubo à mão armada, ocorrido no bairro Dom Bosco, na região noroeste da capital.
Em seu depoimento, Márcio informou ainda o apelido do outro envolvido no crime, o que possibilitou que, no dia 22 de agosto, após diligências nas imediações do bairro Gameleira, Roberto Carlos fosse preso. Ao ser ouvido pelos policiais, Roberto também assumiu a participação no crime, confessando, inclusive, ser o autor do disparo que vitimou o sargento.
COMENTÁRIOS DO SARGENTO ADILSON
A inversão de valores continua neste País, um bandido que foi filmado matando um policial é solto após ficar preso somente 21 dias. E o que vale a vida de uma pessoa? prisão de 21 dias? Neste caso não deslumbro vantagem para o réu fazer jus da liberdade provisória, porque as provas são contundentes e incontestáveis. Chega de impunidade, onde o cidadão de bem fica preso em suas casas com suas famílias, com medo da violência, enquanto o bandido mata e nem preso fica. Sargento Adilson.

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