Ainda segundo a polícia, existem duas versões para o crime. Uma delas é a de que os vigilantes que estavam no carro forte teriam pensado que se tratava de um assalto e reagido. "Outra versão é que houve uma discussão de trânsito e os vigilantes revidaram, até porque eles não escutam o que se passa lá fora", explicou o capitão José Bonifácio, da PM.
O corpo do policial militar foi recolhido pelo Instituto de Medicina Legal (IML). A polícia informou também que havia um homem de carona na moto que o policial estava pilotando, mas ele não ficou ferido.
Os envolvidos no crime -- o rapaz que estava de carona e os quatro vigilantes do carro forte -- foram ouvidos no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa ainda na noite da segunda (3) e liberados em seguida. A polícia vai instaurar um inquérito para apurar os fatos.
Os vigilantes trabalham na empresa de transporte de valores Brinks. A empresa informou que investe na capacitação dos funcionários e que está à disposição da polícia para ajudar nas investigações. O delegado responsável pelo caso, Joaquim Braga, afirmou que nenhuma linha de investigação será descartada por enquanto.
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