Com fama de “coronel”, um vereador da cidade de Santo Hipólito, na
região Central de Minas, foi preso nessa segunda-feira (2) em uma medida
cautelar para que não atrapalhasse as investigações da polícia. É que
ele é suspeito de agredir um jovem em uma festa e segurar a vítima para
que seu filho o esfaqueasse na frente de todos.
Segundo informações do delegado Vítor Amaro Beduschi, de Corinto, as investigações dão conta de que durante uma festa de ano novo, o filho do político, que é menor, teria se desentendido com outro jovem. O vereador, então, teria agredido e segurado a vítima, e chamado o filho para esfaquear o rapaz. A vítima teve muitos ferimentos causado pelas facadas e pelas agressões, mas sobreviveu ao ataque.
Desde então, pai e filho teriam passado a intimidar as testemunhas e os moradores da cidade, utilizando a influência política do vereador e até mesmo armas brancas e de fogo.
Moradores da cidade contam que o vereador costuma arrumar briga e fazer voto de cabresto, aos moldes do coronelismo. Ele já teria até mesmo conseguido a transferência de um policial militar com o qual brigou na cidade. E em certa ocasião, em uma das confusões, disse que nunca ia ser preso.
De acordo com o delegado, ele pretende converter a prisão do vereador em preventiva. “Caso não consiga, ele pode realmente atrapalhar as investigações”, conta.
Até esta terça-feira (3), sete testemunhas do episódio ocorrido na festa de réveillon já deram os seus depoimentos e contaram a mesma versão. O suspeito nega até mesmo que tenha ido a festa.
Segundo informações do delegado Vítor Amaro Beduschi, de Corinto, as investigações dão conta de que durante uma festa de ano novo, o filho do político, que é menor, teria se desentendido com outro jovem. O vereador, então, teria agredido e segurado a vítima, e chamado o filho para esfaquear o rapaz. A vítima teve muitos ferimentos causado pelas facadas e pelas agressões, mas sobreviveu ao ataque.
Desde então, pai e filho teriam passado a intimidar as testemunhas e os moradores da cidade, utilizando a influência política do vereador e até mesmo armas brancas e de fogo.
Moradores da cidade contam que o vereador costuma arrumar briga e fazer voto de cabresto, aos moldes do coronelismo. Ele já teria até mesmo conseguido a transferência de um policial militar com o qual brigou na cidade. E em certa ocasião, em uma das confusões, disse que nunca ia ser preso.
De acordo com o delegado, ele pretende converter a prisão do vereador em preventiva. “Caso não consiga, ele pode realmente atrapalhar as investigações”, conta.
Até esta terça-feira (3), sete testemunhas do episódio ocorrido na festa de réveillon já deram os seus depoimentos e contaram a mesma versão. O suspeito nega até mesmo que tenha ido a festa.
Por enquanto, ele continua detido na cadeia público da cidade junto com os outros presos em uma cela comum.
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