Da Agência Brasil, no Rio
Este ano, 102 PMs morreram no Estado, dos quais 17 em serviço e 85 de folga. Do total de mortes, 57 ocorreram por assassinato. Senna foi enterrado com um pedido de "basta", escrito nas camisas usadas pelos colegas, formados na mesma turma da corporação. Ele foi assassinado na avenida Brasil, próximo ao bairro de Guadalupe, zona norte da cidade. Lotado no 41º BPM, (Irajá), tinha dois filhos e estava na corporação há seis anos.
O policial Bruno de Morais que estava em serviço junto com Senna, também foi baleado, continua internado e está estável, segundo a PM.
A Delegacia de Homicídios já tem uma pista dos envolvidos na morte de Senna, mas não pode revelar detalhes para não prejudicar as investigações. Segundo Íbis, "é preciso identificar essas pessoas, prendê-las e apresentar à Justiça". Para o comandante-geral da PM, a corporação tem que fazer operações baseadas no serviço de inteligência, com segurança nas ações e respaldada em informações precisas.
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