Nessa terça, a viatura entrou no aterro com o consentimento da equipe de segurança e encontrou o homem no local. Ainda na versão de Antônio Carlos, os policias jogaram a bíblia do pastor no chão e começou a agredi-lo com socos e pontapés. Em seguida, os militares foram embora.
“Muito machucado, meu irmão conseguiu chegar em casa. Acionamos o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e ele foi encaminhado ao Hospital Municipal Odilon Behrens, onde foi medicado e liberado. Ele teve cortes na boca”, explicou o irmão.
Uma outra viatura foi acionada e registrou o boletim de ocorrência como lesão corporal. Segundo o denunciante, uma equipe da Corregedoria da Polícia Militar acompanhou o caso e, após alta médica, a vítima foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) para realizar exame de corpo delito.
“Ainda não sabemos o que vai acontecer, mas vamos entrar na Justiça. Esses covardes devem ser punidos. Meu irmão é pai de família, trabalhador e querido por todos. Ele não merecia passar por isso”, desabafou Antônio Carlos.
Segundo a Polícia Civil, o homem supostamente agredido não tem antecedentes criminais.
A reportagem de O TEMPO confirmou que o boletim de lesão corporal foi registrado . No documento existe a informação que realmente a corregedoria acompanhou a história.
A reportagem tentou contato com o tenente-coronel responsável pelo 34º Batalhão, que atende a região, mas ele não foi encontrado para comentar o caso.
Também procuramos a Prefeitura de Belo Horizonte para saber como funciona a questão de segurança no aterro sanitário da SLU, mas os responsáveis pelo setor não foram localizados.
FONTE JORNAL SUPER ONLINE
COMENTÁRIOS- Sem puxar sardinha pra lado nenhum, acho essa história meio controversa, mais se os policiais realmente tiveram essa atitude, espero que seja apurado e os militares punidos.
Sargento Adilson

Nenhum comentário:
Postar um comentário