O Estatuto do Desarmamento completa nove anos nesta
quinta sem muitos efeitos práticos, uma vez que o número de homicídios é
cada vez maior no Brasil. O cidadão de bem ficou desarmado, mas os
bandidos estão com armas cada vez mais modernas.
Segundo a Polícia Federal, Minas Gerais tem hoje a menor taxa de pessoas com porte de arma no país. Enquanto a média nacional é de quase dois portes de arma a cada 100 mil pessoas, a taxa mineira é de 0,26. Já o Distrito Federal tem a maior taxa do Brasil, sete vezes maior que a média nacional.
Com o Estatuto do Desarmamento, apenas alguns tipos específicos de profissionais podem andar armados fora de casa ou do trabalho. Portar armas sem autorização é crime inafiançável, prevê pena de dois a quatro anos de reclusão e multa. O porte é necessário uma vez que somente o registro não é aceito.
Enquanto isto, o especialista em segurança pública e presidente do Movimento Viva Brasil, Bene Barbosa, vê o Brasil retroceder nos últimos nove anos sobre o comércio de armas e munição. Segundo o especialista, o referendo de 2005 não é respeitado no Brasil. Na época, 63,94% dos brasileiros rejeitaram a proibição da venda de armas.
Para o especialista, existe uma forte pressão sobre Polícia Federal para que ela negue as autorizações de compra. “O cidadão passa por todo trâmite legal, mas quando vai efetivar a compra não consegue essa autorização do governo para adquirir a arma de fogo. Ou seja, é um desrespeito total ao voto popular”, disse.
Bene diz que uma mudança necessária é acabar com o poder que o governo tem de negar a autorização sem nenhuma justificativa.
Segundo a Polícia Federal, Minas Gerais tem hoje a menor taxa de pessoas com porte de arma no país. Enquanto a média nacional é de quase dois portes de arma a cada 100 mil pessoas, a taxa mineira é de 0,26. Já o Distrito Federal tem a maior taxa do Brasil, sete vezes maior que a média nacional.
Com o Estatuto do Desarmamento, apenas alguns tipos específicos de profissionais podem andar armados fora de casa ou do trabalho. Portar armas sem autorização é crime inafiançável, prevê pena de dois a quatro anos de reclusão e multa. O porte é necessário uma vez que somente o registro não é aceito.
Enquanto isto, o especialista em segurança pública e presidente do Movimento Viva Brasil, Bene Barbosa, vê o Brasil retroceder nos últimos nove anos sobre o comércio de armas e munição. Segundo o especialista, o referendo de 2005 não é respeitado no Brasil. Na época, 63,94% dos brasileiros rejeitaram a proibição da venda de armas.
Para o especialista, existe uma forte pressão sobre Polícia Federal para que ela negue as autorizações de compra. “O cidadão passa por todo trâmite legal, mas quando vai efetivar a compra não consegue essa autorização do governo para adquirir a arma de fogo. Ou seja, é um desrespeito total ao voto popular”, disse.
Bene diz que uma mudança necessária é acabar com o poder que o governo tem de negar a autorização sem nenhuma justificativa.
FONTE RÁDIO ITATIAIA
COMENTÁRIOS- Eu, particularmente, sempre fui contra a este estatuto, pois quem entregou as armas são pessoas de bem, enquanto os bandidos continuam cada dia mais armados. Cada dia estamos mais presos em nossas casas com cercas, alarmes, enquanto os bandidos fazem o que querem. Sargento Adilson.
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