
PUBLICADO EM 17/09/14 - 21h27
O Cruzeiro mostrou que possui força para superar desconfianças e, depois de cair diante do São Paulo, transformou o Furacão em leve brisa. O Atlético-PR sentiu todo o poderio da Raposa, nesta quarta-feira, no Mineirão, e sequer conseguiu ameaçar os celestes, que venceram por 2 a 0, na 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. O placar poderia ter sido ainda mais dilatado, em detrimento do ímpeto ofensivo demonstrado e da inoperância dos paranaenses.
Como era esperado, o Atlético-PR veio ao Mineirão trancado na defesa e esperando chances para o contra-ataque. O técnico Claudinei Oliveira montou um forte esquema defensivo e posicionou os jogadores do Furacão atrás da linha da bola durante as investidas do Cruzeiro. Toda vez que os cruzeirenses dominavam a redonda, os atleticanos formavam uma barreira do meio de campo para trás, na tentativa de impedir o avanço da linha ofensiva estrelada. O que quase não acontecia.
O domínio celeste era tão forte, “monstruoso”, que a Raposa chegou a ter quase 73% de posse de bola na primeira etapa. Com tanto poderio, o goleiro Weverton foi bombardeado 11 vezes, enquanto Fábio, quase um mero espectador, viu o Atlético-PR dar apenas um chute nos primeiros 45 minutos.
Mesmo melhor em campo, o Cruzeiro perdia inúmeras chances de gol, pois faltava capricho nas finalizações. Os erros eram exagerados, e foi preciso uma jogada individual bem construída, aos 26 minutos, para que o zero fosse tirado do placar. Alisson, como um “cometa”, disparou em velocidade pela esquerda, driblou Sueliton e chutou cruzado. O zagueiro Gustavo desviou a trajetória da bola, que morreu no ângulo de Weverton.
“Fui na minha esposa, nos meus pais, que vieram me assistir. Subi na escada e não sabia que isso dava punição. Agora é voltar bem na próxima etapa”, disse o camisa 29.
Na segunda etapa, o ritmo cruzeirense não diminuiu e a Raposa se manteve forte no ataque. No intervalo, Marcelo Moreno já elogiava o time e prometia empenho por mais gols. E ele mesmo mostrou que está com sua flecha afiadíssima. Aos 10 minutos, o “Flecheiro” ampliou, em um chute forte de fora da área. O tento colocou o boliviano como o artilheiro isolado do Brasileirão com 11 gols.
Como era esperado, o Atlético-PR veio ao Mineirão trancado na defesa e esperando chances para o contra-ataque. O técnico Claudinei Oliveira montou um forte esquema defensivo e posicionou os jogadores do Furacão atrás da linha da bola durante as investidas do Cruzeiro. Toda vez que os cruzeirenses dominavam a redonda, os atleticanos formavam uma barreira do meio de campo para trás, na tentativa de impedir o avanço da linha ofensiva estrelada. O que quase não acontecia.
O domínio celeste era tão forte, “monstruoso”, que a Raposa chegou a ter quase 73% de posse de bola na primeira etapa. Com tanto poderio, o goleiro Weverton foi bombardeado 11 vezes, enquanto Fábio, quase um mero espectador, viu o Atlético-PR dar apenas um chute nos primeiros 45 minutos.
Mesmo melhor em campo, o Cruzeiro perdia inúmeras chances de gol, pois faltava capricho nas finalizações. Os erros eram exagerados, e foi preciso uma jogada individual bem construída, aos 26 minutos, para que o zero fosse tirado do placar. Alisson, como um “cometa”, disparou em velocidade pela esquerda, driblou Sueliton e chutou cruzado. O zagueiro Gustavo desviou a trajetória da bola, que morreu no ângulo de Weverton.
“Fui na minha esposa, nos meus pais, que vieram me assistir. Subi na escada e não sabia que isso dava punição. Agora é voltar bem na próxima etapa”, disse o camisa 29.
Na segunda etapa, o ritmo cruzeirense não diminuiu e a Raposa se manteve forte no ataque. No intervalo, Marcelo Moreno já elogiava o time e prometia empenho por mais gols. E ele mesmo mostrou que está com sua flecha afiadíssima. Aos 10 minutos, o “Flecheiro” ampliou, em um chute forte de fora da área. O tento colocou o boliviano como o artilheiro isolado do Brasileirão com 11 gols.
SEGUE TABELA DE CLASSIFICAÇÃO




















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