"INCOMUM"
Cruzeiro volta a sofrer três gols em um jogo após quase um ano
Última vez que a Raposa havia sido vazada por três vezes no Nacional foi diante do Criciúma, na 31ª rodada do ano passado

PUBLICADO EM 08/09/14 - 09h41
Cruzeiro e Fluminense ficaram no empate em 3 a 3, nesse domingo, no Maracanã, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro. Sofrer tantos gols em um único jogo não é muito comum ao atual campeão brasileiro e líder da edição 2014.
O Cruzeiro não tomava três gols em uma mesma partida há quase um ano. Em 26 de outubro de 2013, a Raposa levou três, mas venceu o Criciúma por 5 a 3, em partida válida pela 31ª rodada do Brasileiro, no Mineirão.
Na campanha do título no ano passado, o Cruzeiro também sofreu três gols do Vasco, mas, da mesma forma, acabou vencendo por 5 a 3. O jogo aconteceu no dia 1º de setembro, no Mineirão.
Só uma vez o Cruzeiro tomou três gols e acabou derrotado. Foi na 14ª rodada, contra o Grêmio, em Porto Alegre. O time celeste perdeu por 3 a 1, em 14 de agosto de 2013.
EM CASA
Com gol de Léo Silva, Atlético vence Botafogo e se mantém perto do G-4
Tento veio somente no segundo tempo, quando o time contou com um jogador a mais desde os 30 segundos

PUBLICADO EM 07/09/14 - 17h58
Ao contrário do último confronto, com o Palmeiras, no meio de semana, pela Copa do Brasil, o Atlético sentiu falta dos desfalques neste domingo, contra o Botafogo, no Independência, pela 19ª rodada do Brasileirão.
Ao todo, 14 peças não puderam ser relacionadas pelo técnico Levir Culpi. Com muita luta e pouca inspiração, a equipe mineira sofreu para vencer o oponente. O gol saiu somente aos 26min do segundo tempo, em cabeçada de Leonardo Silva, após cobrança de escanteio. Os três pontos mantêm o Atlético na briga direta pelo G-4.
Sem nomes como Tardelli, na seleção brasileira, Pedro Botelho, contundido, e Jémerson, suspenso, Levir Culpi teve, ainda, um problema de última hora. O meia Dátolo, com cansaço muscular, acabou sendo preservado, dando lugar ao jovem volante Eduardo, que fez o esquema do time sofrer alterações.
Com a presença de três volantes, a criação do Alvinegro ficou comprometida e os setores ficaram distantes. A responsabilidade de comandar o meio-campo acabou sendo de Rafael Carioca, o mais lúcido do trio.
O lateral-direito Marcos Rocha, que retornava ao time titular, foi o responsável pelos melhores momentos de um fraco primeiro tempo, com nível técnico deixando a desejar. Aos cariocas, restou montar um esquema defensivo e tentar sair nos contra-ataques.
As dificuldades do Atlético foram ainda maiores com o árbitro Flávio Rodrigues Guerra teimando em não adotar o mesmo critério. A torcida ficou na bronca com a não marcação de faltas claras.
VANTAGEM. Para o segundo tempo, pelo menos no papel, o setor de criação contou com alguém que poderia fazer a diferença. Guilherme substituiu Eduardo e era a esperança para um outro desempenho. O time, com alguém com boa capacidade de organização, melhorou.
O segundo tempo mal havia começado quando o Atlético se viu com um jogador a mais. O zagueiro Dankler, improvisado na lateral-direita, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso com apenas 30 segundos de bola rolando.
O quadro de ataque contra defesa ficou ainda mais evidente, e o Botafogo aproveitou para ganhar tempo, sempre que era possível. Flávio Rodrigues Guerra manteve a política de dar poucas faltas e deixava os ânimos atleticanos ainda mais exaltados.
A água atleticana tanto bateu na pedra botafoguense – pelo menos no que se refere ao controle do jogo - , que o furo veio. Leonardo Silva se posicionou bem na área para marcar e fazer a torcida respirar aliviada.
O primeiro chute do Botafogo veio somente aos 34min da etapa final, mostrando uma postura condizente com um time que somou uma vitória fora de casa até agora.
Na quinta-feira, o Atlético tem um importante desafio, contra o Corinthians, adversário direto na briga pelo grupo que se classifica à Libertadores.
FONTE JORNAL SUPER ONLINE




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